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domingo, 18 de outubro de 2015

Manuel... o maior homem do mundo

Mané Garrincha, eterno camisa 7 do Botafogo. (Créditos: Botafogo - Fotos Históricas)

"Garrincha! Garrincha!
A alegria do povo,
no balé estonteante
do futebol brasileiro." (Carlos Marighella) 

 No ano de 1975, Tim Maia lançou um de seus mais renomados álbuns. Tratava-se de "Tim Maia Racional", que apresentava músicas de cunho filosófico-religioso. Uma de suas canções, talvez a mais curta do álbum, era intitulada de O Grão Mestre Varonil, dedicada a Manoel Jacintho Coleho, o mestre da cultura racional. Não sabia Tim, que o primeiro verso - "Manoel, o maior homem do mundo..." - de sua letra encaixava-se com outro homem de mesmo nome. Homem esse, batizado de Manuel Santos, mais tarde conhecido dentro dos gramados, e fora dele, como Garrincha.

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Walter Machado... o Silva Batuta




 Um dos jogadores mais notórios da década de 60 do futebol brasileiro é Walter Machado da Silva. Ou simplesmente Silva Batuta. Goleador, o atacante paulista tornou-se ídolo do Flamengo e logo exportou-se para o Barcelona. Mais tarde jogaria também no Racing, além de Santos, Vasco, Botafogo, Rio Negro-AM e mais dois clubes sul-americanos.

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Há 50 anos, Palmeiras representava a Seleção Brasileira contra o Uruguai

Time do Palmeiras que representou a Seleção Brasileira em 1965.
 No ano de 1965 a Sociedade Esportiva Palmeiras recebeu a tarefa de representar a Seleção Brasileira num amistoso diante do Uruguai, realizado no Mineirão. Cerca de 15 anos antes os uruguaios haviam protagonizado o famoso 'Maracanazo'. Porém, no Dia da Independência, a famosa "Academia" desbancou os adversários pelo placar de 3 a 0.

domingo, 30 de agosto de 2015

Um confronto entre a Seleção Brasileira e a Seleção Sergipana em 1969

 No ano de 1969, o futebol sergipano passou a contar com uma nova cancha. O estádio Lourival Baptista, popularmente conhecido com Batistão foi inaugurado no último ano da década de 60 e estreou num jogo entre a Seleção Brasileira pré-tri campeonato e a Seleção Sergipana, formada por jogadores de times do estado.

 Cerca de 45 mil pessoas compareceram ao novo estádio naquele 9 de julho para assistir ao embate entre os dois selecionados. Comandados pelo treinador Edmur Cruz, do Itabaiana, 21 atletas de seis clubes do estado foram escolhidos para o elenco sergipano. Como titulares, foram estabelecidos: Gilton (Confiança), Augusto (Itabaiana), Mário Portela (Sergipe), Beto (Olímpico) e Gecélio (Sergipe); Evangelista (Confiança) e Bené (Sergipe); Caroço (Cotinguiba), Beto (Confiança), Vevé (Confiança) e Joel (Sergipe).
Selecionado sergipano que enfrentou a CBF na estreia do Estádio Lourival Baptista.

segunda-feira, 20 de julho de 2015

Que en paz descanse!




 Morreu na última quinta-feira, justamente 65 anos depois de ter alçado o maior feito de sua carreira ( e de nos ter causado a derrota mais doída antes dos 7x1), o uruguaio Ghiggia, autor do gol que deu à Celeste o título da Copa do Mundo de 1950, e que calou 200000 pessoas num Maracanã lotado, que comemorava antecipadamente um titulo que não veio.

 Ghiggia era o último jogador vivo daquela seleção que, ao se sagrar bicampeã mundial, sagrou-se a maior potência do futebol mundial, pois contava até então com dois títulos olímpicos e oito Copas América. Aquele triunfo, porém, foi um divisor de água, tanto para os vencedores, que de lá pra cá sofreram com o ocaso de nunca mais voltar a uma final de Copa, quanto para os vencidos, que se sagraram pentacampeões.

sexta-feira, 10 de julho de 2015

Maneca... o craque atormentado


 Meia-atacante que foi revelado pelo Galícia (BA) e se destacou depois no Vasco da Gama, chegando a fazer parte da Seleção Brasileira vice-campeã em 1950, Maneca, o Manoel Marinho Alves, morreu ainda novo, no dia 28 de junho de 1961, aos 35 anos na cidade do Rio de Janeiro, após cometer suicídio.

 Nascido no dia 28 de janeiro de 1926, em Salvador (BA), Maneca era um jogador que tinha facilidade em atuar nos dois lados do campo. Chegou a atuar como ponta-direita, embora fosse meia de origem. Jogou nesse setor principalmente por causa da contusão de Tesourinha, considerado titular da Seleção Brasileira no começo dos anos 50.